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Promoção: Só Acredito Lendo!!!

Promoosemdestino Mais uma promoção da Sem Destino!!

A Sem Destino junto com revista Void, está fazendo uma promoção muito legal!

Sabe aquela história de viagem inacreditável, aquelas que ninguém acredita mas você jura que aconteceu!?!  Então, essa é sua chance de contar sua aventura e concorrer a um curso de Inglês com duração de 1 mês na África do Sul.

Vale a pena conferir essa promoção... Clique na imagem acima e fique por dentro de mais essa novidade da SD!

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The Continental Breakfast !!!

Férias de trinta dias e meu cunhado morando em Londres. Hospedagens garantidas na “casa-quarto” alugada por ele, só precisávamos arranjar duas passagens baratinhas. Fui até uma agência de viagens e a atendente me arranjou um pacote da British Airways, Rio-Paris-Rio, com direito/obrigação a um mínimo de dois dias em Paris, com translado, além de uma noite cortesia em Londres, em hotel de excelente nível, tudo por um preço inacreditável.Era como se estivéssemos indo a Paris via Londres, podendo ficar em Londres quanto tempo desejássemos.
Chorei um pouco o preço, para não perder o hábito, e ela encheu a boca,mexendo os braços como um maestro, para dizer que, em Londres, teríamos direito a um “Continental Breakfast”. Fechei na hora! Ela emitiu os bilhetes - naquela época se emitia bilhetes - me deu os modestos volchers do fim de semana em Paris, os do hotel em Londres e dois magníficos e ricamente ilustrados volchers para o “Continental Breakfast”.
Ao sairmos da agência, minha mulher me perguntou o que era um “Continental Breakfast”. Fui sincero. Disse que não sabia, e concordamos que pela maneira como ela falou, devia ser alguma coisa muito “chic”.
Ao chegarmos em Londres, perguntei ao meu cunhado o que era um “Continental Breakfast” e ele respondeu que normalmente os hotéis servem o “Continental”, ou o “English Breakfast” , mas ele não lembrava qual era o mais completo.
Diante do relato que fizemos da impostação da moça na agência de viagens, ao falar do “Continental”, ele imediatamente lembrou de um hotel cheio de estrelas onde se hospedara e onde tomara um café da manhã de chefe de estado. Concordamos todos que só poderia ter sido um “Continental Breakfast”.
Fomos a Paris durante um fim de semana, passeamos em Londres quase um mês, sempre de calças jeans e tênis e quando estavam terminando as férias, resolvemos passar uma noite no hotel do pacote, para no dia seguinte, você já deve estar adivinhando, tomarmos um maravilhoso “Continental Breakfast”.
O quarto era luxuoso e muito confortável. Havia todo o aparato para preparar um chá e nós quase não dormimos na expectativa de no dia seguinte estarmos no maravilhoso salão espelhado, no térreo do hotel.
Acordamos, eu vesti um elegante terno com gravata e minha esposa um vestido muito especial, pois meu cunhado nos alertara que os ingleses são muito formais para essas coisas e se não estivéssemos vestidos adequadamente... Saímos do quarto e nos dirigimos ao térreo. Modéstia à parte, chamava atenção nossa elegância. Ao chegarmos no salão do térreo, um porteiro em uniforme de gala, mais parecia um guarda da rainha, nos informou que o volcher que tínhamos era para o “Continental Breakfast”. Concordamos e ele nos informou, de forma desanimada, que ali só era servido o “English Breakfast”. Deveríamos nos dirigir ao último andar do prédio. Com pena daquele pobre homem, vestido com tanta gala para um simples “English Breakfast”, subimos tomados pela emoção, imaginando o que nos aguardava no oitavo andar, pois se o salão do térreo tinha todo aquele luxo...
Ao chegarmos lá, procuramos por um grande salão de restaurante, mas só víamos, em frente ao elevador, uma pequena janela de madeira com um botão de campainha na parede. Toquei-a para pedir informações e a janela se abriu. Ao mostrar os volchers, o homem que me atendeu, tomo-os de minhas mãos e nos entregou duas bandejas, cada qual com 2 pacotinhos de torrada, biscoitos, creme para o café, manteiga e geléia em embalagens individuais e me perguntou se no quarto havia material para o chá. Ao ouvir minha resposta positiva, fechou a janelinha.
Eu e minha mulher ficamos parados no corredor. Eu de terno e ela de vestido, cada um com sua bandejinha nas mãos. Instantaneamente, corremos para o elevador antes que alguém nos visse e fomos para o quarto, onde gargalhamos a manhã inteira, repetindo : “Continental Breakfast” !

Olá Sem Destino....
Tenho várias, inúmeras histórias para contar, porém, somente em território nacional...rs
Sou formada em Turismo, já tive a oportunidade de viajar para alguns lugares no Brasil... mas ainda não pude ir ao exterior....
Quem sabe não ganho essa viagem pra África do Sul, pra começar meu repertório de histórias também no exterior... rs
Sinceramente acho que eu e tantas outras pessoas que ainda não tiveram a oportunidade de ir para o exterior, não estaremos concorrendo a essa viagem....
Mas o que vale é a intenção e a vontade de ganhar!!!!! kkk
Muito obrigada pela atenção!!!!
E até próxima promoção (quem sabe não terei histórias internacionais pra contar, né???)

Bjus

E até mais

Fabiana Setra

Minha história aconteceu no Canadá, em 2001. Eu e mais três amigos chegamos atrasados ao ponto de encontro de uma excursão que nos levaria às cidades de Otawa, Montreal e Quebec City, saindo de Toronto. Perdemos o ônibus.

Como já tínhamos pago o pacote não achamos justo também perder o dinheiro, então decidimos pegar um ônibus na rodoviária de Toronto e viajar quatro horas até Otawa. Lá tentaríamos encontrar nosso grupo. Só que nenhum de nós, três brasileiros e um japonês falava bem inglês. Mal dava para enrolar. Foram 12 horas na praça central da cidade, pedindo informações para guardas, guias, turistas e pessoas que passavam pelo local, tentando explicar nosso drama. Quando anoitecia e já pensávamos em desistir encontramos um guia, da mesma empresa que havíamos contratado, que já sabia que estávamos lá e decidiu nos dar uma carona em seu ônibus cheio de turistas chineses, para o hotel que ficaríamos em Montreal. Já dentro do ônibus fomos informamos que nosso guia havia chegado à praça e foi uma correria danada para não perdemos o grupo novamente.

Combinamos com nosso guia, Alfred, que não contaríamos a ninguém sobre termos perdido o ônibus em Toronto, pois segundo ele isso pegaria mal. Para todos os efeitos nossa viagem começava ali. Mas não houve jeito, quando chegamos ao hotel de Montreal encontramos quase todas as pessoas para quem tínhamos pedido informações na praça central. Todos se aglomeraram ao nosso redor, querendo saber como tínhamos conseguido encontrar nosso grupo. Nos acharam muito corajosos por termos seguido viagem, mesmo com um inglês sofrível e termos conseguido encontrar o grupo da excursão. Moral da história: quem tem boca vai aonde quiser.

Olá Sem Destino,

Me chamo Tiara, amo viajar e tenho uma história muito engraçada para contar.
Fui à França com meus tios e um primo. No primeiro dia em Paris, fui ver a, tão famosa, Torre Eifel. Muito empolgada com todo aquele glamour de Paris e por estar fazendo a viagem dos meus sonhos, meu primo e eu resolvemos subir a torre de escada até o segundo andar. Para não ficar com nada pesado, atrapalhando essa longa caminhada de mais de 800 degraus, deixei minha bolsa com minha tia que iria ficar nos esperando lá em baixo. Subimos, tiramos mil fotos e ao descermos, encontro minha tia super aflita, pois havia se levantado do banquinho e deixado minha bolsa, banco este, que fica bem embaixo daquela gigantesca construção. Ao se dar conta, ele voltou desesperada e encontrou uma dezena de policiais cercando aquele objeto perdido e mais uma centena de pessoas observando o que estava acontecendo. Resultado: pensarem que era uma bomba! Ela ficou muito sem jeito, pediu "com licença" e a bolsa!!! Depois desse mico, saiu de fininho...

Rimos muito durante a viagem!
Ai que saudade,

Espero estar concorrendo a vagem para África do Sul!!!!!

Prezados,

Segue minha experiência única e inacreditável:

Em Setembro de 2006 viajei para os Estados Unidos em férias, mais especificamente para New York.
Quando passei pela imigração, descobri que meu visto só me permitia uma entrada no país, mas de lá eu iria a Paris encontrar minha namorada que estava a trabalho na França e meu vôo de volta passaria por New York antes de voltar ao Brasil.
Bem, como havia acabado de chegar, sozinho, comecei a me dirigir do aeroporto de Newark em New Jersey para a ilha de Manhatan, onde ficaria por 6 dias antes de ir a Paris, afinal não adiantaria de nada ficar estressado ali.
Uma Indiana que vivia em NYC e pegou o mesmo Air Train que eu (transporte gratuito do aeroporto até a estação de trem), me ensinou como chegar na "Big Apple", nome dado a NYC.
Aí começa a aventura...
Já no trem de New Jersey até NYC tive meu primeiro problema.
Havia comprado o ticket e o coloquei no bolso. No trem, eis que surge um homem negro, enorme, com roupa de policial, pedindo o ticket para as pessoas e eu não sabia onde havia colocado o meu. Ele parou do meu lado enquanto eu procurava o ticket, pegou minha mala e a colocou do outro lado do corredor dizendo que estava atrapalhando o caminho. Finalmente encontrei o ticket e ele amarrou uma fitinha no lugar onde eu estava. Achei tudo muito estranho. Enfim.
Quando cheguei à estação de metrô, após olhar atentamente as placas e os nomes dos lugares, consegui pegar o metrô correto e desci na estação 103 West, estação mais próxima de onde ficaria hospedado.
Então decidi perguntar a alguém onde estava o "New York International Hostelling", o albergue onde me hospedei.
Abordei uma mulher, perguntando as informações em Inglês, mas fiquei pasmo... A mulher não falava nem entendia Inglês. A primeira pessoa que encontro nas ruas de NYC não falava Inglês. Percebi que falava Espanhol, então começamos a conversar na língua dela, mas de nada adiantou... A mulher não sabia onde ficava o albergue que encontrei instintivamente e com a ajuda dos mapas do meu guia de viagem.
Já no albergue, não podia fazer o check-in, pois eram 8h00 da manhã e o check-in começava às 16h00.
Pedi para guardar minha mala e para tomar um banho antes de sair para passear, mas não permitiram. Se quisesse tomar banho, teria que levar a mala junto comigo. E foi o que fiz, entrei com aquela mala enorme no banheiro onde outros hóspedes tomavam banho, faziam a barba e escovavam os dentes.
Dentro da cabine, depois de muito malabarismo e sob olhares espantados, consegui pegar roupas limpas e tomar meu banho.
Mas, só havia água fria e para piorar, não havia levado toalha, apesar dos conselhos de mamãe. Quando estava me ensaboando, percebi que a bolsa de tecido que carregava na cintura com os dólares ainda estava lá, mas ensopada.
Dei um pulo, todo ensaboado, e comecei a secar nota por nota com a roupa que estava vestindo, que também usei para me secar...
Depois de tudo isso, saí para passear em direção ao Central Park. Olhei no mapa e fui. Cheguei a um lindo parque onde muitas pessoas faziam atividades físicas, inclusive um homem corria com sua filha no carrinho de bebê. Perguntei a ele se aquele era o Central Park, quando começou a rir. Respondeu que aquele era o Riverside Park e que o Central Park estava do outro lado da cidade. Eu havia olhado o mapa ao contrário!!!
Bem, voltei tudo e finalmente cheguei ao Central Park onde comecei a procurar o Metropolitan Museum. Perguntei a dois policiais do parque onde estava o museu e eles disseram que não sabiam do que eu estava falando e que não conheciam nenhum "Metropolitan". Claro que estavam tirando um sarro da minha cara por causa do meu sotaque falando inglês. Deixei eles de lado e continuei procurando.
Encontrei o museu onde passei o dia vendo as mais belas obras de arte, tirando fotos e pedindo às pessoas que tirassem fotos minhas.
Quando voltei ao albergue, fiz meu check-in, tomei outro banho frio e fui para o quarto onde estava hospedado com mais nove rapazes.
Lá estavam dois espanhóis que rapidamente fizeram amizade comigo. Estavam bebendo cerveja que levaram ao quarto escondidas, pois não se permitia a entrada de bebidas no albergue.
Queriam sair pela noite de NYC e insistiram para que eu os acompanhasse. Estava cansado, com sono, dores nas pernas e gostaria de dormir, mas insistiram tanto que fui.
Fomos de metrô (àquela hora da noite, com vários ratos nas linhas) até East Village, um bairro badalado e cheio de bares, mas os espanhóis estavam bêbados e mexendo com as meninas pelas ruas. Pensei com os meus botões que íamos ser presos por causa daqueles dois.
Decidi ir embora sozinho assim que encontrasse uma estação de metrô. Quando a encontrei, olhei as placas procurando a estação 103, onde deveria descer e peguei o metrô no sentido da 103 Street.
Cheguei à estação correta, mas do lado errado. Desci na estação 103 East. Decidi ir andando, afinal era na mesma rua e não encontrava um táxi sequer.
O que eu não havia prestado atenção é que, entre o lado leste e o lado oeste da cidade havia nada mais nada menos que o Central Park no meio.
Já era mais de 2 da manhã, quando decidi atravessar o parque a pé. Quase morri de medo. Pensava o tempo todo que ia morrer; que algum bandido ia me atacar; que algum mendigo ia me matar.
Atravessei andando rápido, pois não conseguia correr por causa das enormes bolhas nos meus pés.
Quando finalmente cheguei ao outro lado do parque feliz por ainda estar vivo, me deparei com uma centena de guaxinins que estavam comendo lixo e pararam com a minha presença.
Saí de mansinho, pois não havia sido morto por bandidos nem mendigos, não havia de ser atacado por uma matilha de guaxinins. Finalmente cheguei ao albergue e dormi.
No dia seguinte, fui a um passeio maravilhoso com um grupo do albergue e um guia muito animado, um senhorzinho de uns 75 anos.
Enquanto andávamos pela cidade, o nosso guia (Jerry) parava pessoas exóticas e bizarras nas ruas para fotografá-las. Muito engraçado... Foi neste dia que conheci meu amigo turco Atilla.
Visitamos vários lugares: Chinatown com muitos chineses vendendo CDs e DVDs piratas além de rãs vivas nas ruas, Little Italy, World Trade Center, Ponte do Brooklyn, passeio de Ferry pela baía onde ficam a ilha da estátua da Liberdade e a ilha Ellis com o museu da Imigração, a Wall Street (centro financeiro de NYC), Times Square, Rockfeller Center, entre outros.
Minha namorada, em Paris, corria como louca para conseguir trocar minha passagem de volta da França direto para São Paulo, devido ao meu problema com o visto.
Seria impossível conseguir um visto americano em poucos dias em Paris. Era mais seguro voltar direto para São Paulo.
No terceiro dia em NYC descobri o motivo pelo qual só havia água fria nos chuveiros. Na verdade, no chuveiro, pois sempre tomava banho no mesmo chuveiro. Havia uma inscrição C e H no registro de acrílico, mas a inscrição estava gasta e não havia enxergado. Então sempre virava o registro para um único lado, o lado C de cold (frio). Desde esta descoberta, passei a tomar banho com água quente.
Ah, me esqueci. Na noite anterior chegaram 6 búlgaros para ficar no mesmo quarto que eu. Chegaram me chamando para ir a um night club. Fui dormir e eles saíram.
Na manhã seguinte, mesmo dia em que descobri o “banho quente”, o quarto estava uma zona, meias sujas, cuecas jogadas, malas abertas, a maior bagunça.
Durante a noite, um deles chegou com uma menina que arrancou a roupa na frente de todos, na minha frente, do inglês, do mexicano e de outros que estavam no quarto e dormiu com ela na maior cara-de-pau. Além de tudo, os búlgaros chegavam bêbados e fazendo o maior barulho.
Nos outros dias conheci muitos outros lugares, subi ano Empire State Building, fui até a Estátua da Liberdade, Museu de História Natural, entre tantos outros lugares.
NYC é espetacular, mas precisava voar para outra cidade dos sonhos: Paris.
Lá encontrei minha namorada e passeamos por vários pontos da Cidade Luz, ainda com a situação do meu retorno ao Brasil sem solução.
Ao entardecer, visitamos a Torre Eiffel e enquanto passeávamos pelo Campo de Marte, que fica em frente da torre, recebemos uma ligação da pessoa da agência de turismo que havia reservado uma passagem para mim direto de Paris para São Paulo.
Naquele momento ficamos sabendo que teríamos que enviar, dentro de 2 horas, uma cópia do meu RG, do meu cartão de crédito e uma ficha preenchida com meus dados e assinada.
Acontece que já eram 22h00 em Paris e não havia qualquer lugar onde eu pudesse imprimir xerocar e enviar os documentos necessários via FAX ao Brasil.
Chegamos correndo no quarto do hotel, pois se eu perdesse aquela reserva só conseguiria outra, com o mesmo valor, dentro de 5 dias e precisava estar de volta, já que minhas férias acabariam.
Minha namorada então se lembrou que tinha em seu computador, o e-mail em que eu havia solicitado a minha primeira passagem para aquela mesma agência.
Havíamos recebido o formulário da agência por e-mail que preenchi sem problemas. Precisava ainda resolver o problema da assinatura.
Foi quando minha namorada teve a idéia de transformar o documento anterior, que continha a minha assinatura, em “Paint Brush”, recortou, apagou traços e sujeiras e colou no local da assinatura do formulário novo.
Então, transformamos o documento em PDF para que a assinatura “colada” não saísse pulando quando o pessoal da agência acessasse o documento.
Enviamos o formulário, as cópias do meu RG e cartão de crédito por e-mail, rezando para que aquele cartão (único utilizado por mim dentre os três que levei desde NYC) ainda tivesse crédito para pagar a emissão do bilhete e para que ninguém descobrisse a gambiarra com a assinatura.
No meio da madrugada (em Paris) recebemos o e-mail com a emissão do meu bilhete.
Ufa! Havia dado certo.
Mas ainda havia mais um problema... Meu bilhete havia sido emitido para um dia depois do previsto, ou seja, teria que buscar outra hospedagem por 1 noite e ficaria sozinho em Paris, pois minha namorada voltaria na data prevista.
No dia seguinte saímos por Paris, visitando a Champs Élysées, o Arco do Triunfo e vários outros pontos famosos.
Na volta, aproveitamos para procurar um lugar para o meu último dia. Encontramos um hotel que aparentava ser charmoso, mas cujo rapaz da recepção não falava um Inglês muito bom.
Perguntamos se havia banheiro no quarto e não havia. Informou-nos que havia um banheiro para banho e outro para as necessidades e que o preço de cada banho era € 2,50.
Também nos informou que dentro do quarto havia uma espécie de “bacia” para banho, além de uma pia.
Continuamos nossos passeios por Paris, onde paguei vários micos tentando gastar meu Francês de 5 frases prontas, principalmente quando tentei falar com a vendedora de uma loja de perfumes e ela continuou falando comigo em Francês, questionando o motivo pelo qual eu havia pedido para ela falar comigo em Inglês se eu sabia falar Francês...
Visitamos o Palácio de Versalhes, a Notre-Dame, a Sacre Coeur, a Saint Chapèlle, igrejas maravilhosas.
Andamos de Bateau Mouche pelo rio Sena, com parada no museu D’Orsay, no museu do Mundo Árabe e muito mais.
No último dia de minha namorada comigo antes da sua volta ao Brasil, fomos levar minha bagagem e fazer o meu check-in no outro hotel.
Quando entrei no meu quarto, qual minha surpresa!!!! A “bacia” para tomar banho era na verdade um bidê.
Não estava acreditando naquilo. Havia um quadrado de azulejo no canto do quarto de carpete com um bidê e uma pia.
Lógico que desembolsei € 5,00 em dois banhos, pois ali não seria possível.
Minha namorada voltou e eu curti mais um dia e uma noite na Cidade Luz, apesar do bizarro hotel sem elevador e com uma escada em caracol e de madeira que parecia da Idade Média.
Na noite seguinte, embarquei de volta para o Brasil, sem passar por NYC é claro!
Apesar de louca e inacreditável, foi uma viagem incrível, tanto em NYC como em Paris.
Terei muito a contar para meus filhos e netos.

Rafael Alexandre Araújo dos Santos

"Bom...
Pé na Estrada novamente..dessa vez voei até Gold Coast e desci de carro.
Eu e o Hugo, JR.Durinha e Durão, apelidos devido as maravilhosas fotos que
tiramos...fomos lá, descobrindo o q essa Austrália tem de tão bonito.
Primeiro vou contar como conheci o Hugo... Estava um domingo trabalhando no
shopping,em Bondi Junction, em Sydney, perto de onde eu morava. Ai o café
que eu trabalhava tava sem movimento total...Tinha um evento na praia em
Bondi Beach. Meus amigos começaram a me ligar dizendo que estavam tudo na
praia... Ai, como não tinha muito movimento, lá foi eu encher o saco do meu
chefe pra me liberar mais cedo. CONSEGUI... Sai de lá e andei até a praia...
Cheguei lá a galera toda reunida, bebendo vinho de caixinha às 4 da tarde...
Ainda bem que não gosto de vinho. Foi ai que conheci o Hugo, goiâno com um
sotaque muito forte..muito engraçado. Amigo dos meus amigos e amigas que
estavam na praia. Todo mundo lá já tinha feito a viagem pra costa da
Austrália, incluindo Gold Coast, Nimbim, Byron Bay, Brisbane e outros...
Comentei com eles que estaria indo viajar dia 16 de agosto, numa
quinta-feira, e iria sozinha. Mas como já viajei pra Tasmania, Fiji e Nova
Zelândia sozinha, não ia ser um problema. Foi então que o Hugo manifestou
interesse em viajar também, pois quando toda a galera viajou ele tava sem
grana e queria ir de parceria com alguém. Pilhei ele, disse pra ir junto,
mas nem levei fé. Segunda-feira ele me ligou dizendo que comprou a passagem
no mesmo vôo que eu pra irmos junto. Ai fomos... conheci ele naquela tarde
e, por ser amigão dos meus amigos achei vamoooo embora então...diversão
garantida, porque ele é muito engraçado.
Ele dormiu lá em casa na noite de quarta pra quinta, pois a van que iria nos
levar até o aeroporto iria nos buscar às 5 e pouco da manhã. Chegamos em
Gold às 7 da manha..LEVANTA HUGO! Todo dia a mesma coisa.hehehe
A Glau, minha amiga que mora na Gold, foi nos buscar no aeroporto.Ela e seu
volvo anos 60 :). Ai fomos das uma voltadela pela Gold Coast, Palm Beach,
Burleigh Head, Surfers Paradise, Coolangata, Tweed Heads.e vamo q vamo.
Tomamos café em Palm Beach, só tinha a gente no restaurante. Chegamos lá e
eu queria uma panqueca de morango de café da manhã, enquanto o Hugo comia
bacon and eggs, tradicional da Austrália. Não tinha o que eu queria, e ai
não quis mais nada...Quando serviram o café pro Hugo e pra Glau me trouxeram
panquecas com caramelo, de grátis.
De lá fomos pras outras praias e começou a sessão fotos. Passamos o dia
passeando pela costa, conhecendo Surfers Paradise e depois fomos alugar um
carro.A bendita PULGA ALBINA. Fomos numas 4 lojas de aluguel de carro, mas
nenhuma alugava pra gente, pois eu tinha 21 anos, e o Hugo 23 e tinha que
ter alguém de no mínimo 25 pra ser responsável. Enfim, achamos uma que
alugou pra gente, e lá eles alugam mas ficam com uma espécie de BOND pra
caso algo aconteça. Um valor de 200 e poucos dólares. O carro era micro...e
eu e o Hugo somos mto grandes.Só entrava eu e o Hugo dentro da pulga, o
carro MINI.mas já tô com saudades da pulguinha hehe
Ai como pra mim seriam só 5 dias de viagem, resolvemos descer pra Byron Bay,
O PARAISO!!!
Pé na Estrada.Uma hora e pouco de Gold, depois de das aquela perdidela pelo
caminho, chegamos em Byron.
Voltadela pela cidade.e o pôr-do-sol.no farol!!! BONITO??? BAH! Tinha que
ver os 2 retardados com a paisagem.o lugar é lindo. Como já estava
anoitecendo, resolvemos ir procurar um backpacker pra ficar.Ficamos num NA
FRENTE do CHEEKY MONKEYS, A BALADA!
Ai, ageitamos tudo, toma banho.e quem disse que não durmimos.As baladas lá
começam muito cedo, pois terminam, geralmente, por volta das 3 horas da
manhã....quase 11 da noite a gente acordou e foi pra balada. I R A D
A.galera mto legal, gente de todo lugar do mundo que tá fazendo a costa da
Austrália, subindo, ou descendo... Lá no Cheeky Monkey todo mundo dança em
cima das mesas, tipo uns mesão de refeitório e as cadeiras. E lá fomos nós
dar uma causadinha! Entra na dança.ajoelhou, tem que rezar..nao é o q
dizem.No início da noite só observávamos, muito estranho ver todo mundo em
cima de mesa e cadeira...mas lá pelas tantas entramos no clima e...fomos pra
cima das mesas também. Tocava desde YMCA até baladinhas. Hugão quase deu PT
na primeira baladinha hehehe.Também, jug por 5 dólares (uma jarra de
cerveja) e eu não gosto de cerveja, então.. Fim de balada, hora de nanar.
2º dia: acordaaaa Hugo.Ressaca do caramba né fiii =] Mas vamo levantar q hj
a gente vai pra Nimbim.Pra quem não sabe é a cidade LEGALIZE da
Austrália.simplesmente vendem tudo na rua. A cidade é uma rua na real, só
gente alternativa, hippie e coisa e tal.uma vibe estranha.... Assim que
saímos do carro uma mulher veio nos oferecer: "vcs querem alguma coisa, hax,
bolo, cookie...?" ..e nós, não, não, valeu. Eu tava com um mini short e uma
blusa do Brasil. A única mula vestida assim, só dava hippongos...ai não deu
outra. Viramos a sensação de lá. A mulher até largou a arriada: "Queria ter
umas pernas dessas" hahaha.
Passamos a manhã lá e eu já comecei a gastar pra variar. Entramos nas
lojinhas, no museu que fala toda história da cannabis, vimos desde tijolos
de maconha até a própria.Aí entramos num barzinho.Só uns cara estranhos, uns
mais velhos estilo papai noel de tanta barba. O Hugo chegou no bar querendo
uma cerveja, o cara olho pra ele e disse: aqui a gente não precisa de álcoo
e daaaavam risada. Sem falar DAQUELA marofa no bar, geral fumando.tipo
assim.mtooo legalizado o pico. E eu pasma.mas.vamo lá.
As mulheres vendendo cookie na rua.é uma experiencia a parte.digamos
assim.COOKIE!!! HA HA HA
Acho que o efeito ficou a viagem inteira.O LESADO! Voltamos pra Byron lá
pelo meio-dia, pq tava um baita dia e eu queria ir pra praia.O Hugo já tinha
comido a bolacinha antes de chegarmos em Byron. Chegamos e fomos direto pra
praia. Ai, chegamos na praia.e eu comi a bolachinha e fui pegar sol..VAAAZA
DAE!
Ficamos lá, cada um no seu mundo...e DO NADA começamos a escutar um
passarinho delhe a piar no nosso ouvido. Achei que tinha começado a
tetiar... aí eu ahhh nem vou falar nada, pq vai que é teto meu... Aí o Hugo
pergunta: "O Paty (ele me chama de Paty Maionese)... Tu tá ouvindo esse
pássaro?" PRA QUE NÉ... Começei a rachar o bico de taaaaanto ri...e ele
junto. Ai comelou a discussão de de onde vinha o barulho do passarinho...
hahhaa Aí ele me pergunta: "Ow Paty, o que que tu tá pensando?" ...morria de
tanto rir..porque minha cabeça tava a um milhão...pensava tanta coisa ao
mesmo tempo... O efeito vem do nada... Porque tu come um biscoito..e não é
instantânio que tu começa a tetiar. ENGRACADO D+++++.
Haihaiahiahaiahiahaihai Ai, tava tosca ne.já não tava mais com paciência de
ficar na praia.Aí virei pro Hugo e disse pra gente ir ver as lojas... FUI AS
COMPRAS. Entramos em TODAS as lojas e experimentei tudo, comprei
presentes...chegava no caixa e batia o peso na consciência de que não devia
tá gastando, ai na frente do caixa mandava ele cancelar a compra...
ENFIM...SE EU CAUSEI??? Mto, e o tanto q causei eu gastei tb.SE ABRAAAÇA!
Depois disso fomos tomar um café pra relaxar e começamos a rir de todas
besteiras que fizemos.
à noite fomos pro backpacker.afinal, HORA DE COMER. Comer comer. O Hugo fez
uma massa cansada com molho vermelho e milho...TERRÍVELLLL...Mas a fome era
muita!
.e dar a durmidela antes da balada..Acordamos, CHEEKY MONKEYS across the
road =] te mete! Essa noite o Hugo deu PT hahaha comemos mais meia
bolachinha cada um e fomos dar uma dancadela haiahiahihaiahaiah
3o dia.sábado.resolvemos take it easy.passamos O DIA na praia torrando no
sol.diazinho de verão.bãooo dmaisssssssss, como diz o Hugo. Lá pelas 3 e pco
pé na Estrada novamente..RUMO A BRISBANE.
Aquela paradinha em NERANG! (Poxa, tu nunca ouviu falar em nerang..tem um mc
donalds hiahaihiahia) é uma cidade perdida no meio da estrada, mas tinha um
mc nos chamando pra comer... hehe. Mais uma perdidela na cidade e vamos pra
Estrada dnovo.Chegamos em Brisbane umas 6 e pco.já era noite.E QUEM DISSE Q
TÍNHAMOS NOÇÃO DE AONDE ESTÁVAMOS!!! LOST DMAIIIS. E eu pouco teimosa,
queria é passear pela cidade e ai a gente achava.hehehe coitado do Hugo pra
aturar a Paty maionese.Enfim, ele foi pergunta pra um taxista, a gente tava
tão perdido que estávamos no lado oposto da cidade q teriamos q estar..Ai o
taxista mtoo gente fina, nos levou até O backpacker que queríamos ficar, que
por sinal era o nome da única coisa que sabíamos na cidade.Ficamos num
backpacker em cima do DownUnder.a baladinha que dizem que é A balada em
Brisbane.
Aí aquela sequência: banho, comida, bebida, balada.O jantar foi sabe
anode.no 7 eleven (um am-pm de lá) Comida CANSAAADA D+.comi um risotto tão
ruim.UI! CRUZ CREDO! Num potinho de plástico, aqueles pré-prontos. Aí fomos
pra balada.SÓ DEU PRA DAR MTAAA RISADA.Imagina um mte de gente diferente, e
todas essas pessoas diferentes misturadas.TAVAM TUDO LA.tinha o japonês que
achava que era do Nsync, o Negão da Jamaica que dançava igual Michael
Jackson.Até o Ronaldinho apareceu por lá haihaiahiahaihaiah Imagina as
figuraaaaças que não tavam na balada...Isso que era a melhor balada de lá..
Deu pra rir bastante.
4o dia.DREAMWORLD EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE Parque de diversões..OW foi
loco.fomos só nos brinquedos casca: montanha russa, elevador, todos esses
que caiem.o único cansado que a gente foi foi bem divertido, pq era aqueles
q tu desce na água.e a bunda como ficou.MOLHADAAASSA..fiquei o tempo todo
dizendo.eee eu n me molhei, viu.pq n queria sentar no lugar q o hugo sentou
pq tava molhado, ai achei q ia me molhar. E no meu banco n tava.a esperta
achou q n ia se molhar.ai..mto lei de Murphy.qdo tava quase acabando a
brincadeira.TOMEI O BANHO.sai q parecia q tinha mijado nas calças.e vai
andar no parque todo com a bunda molhada..>SE ABRAÇA! Ai andamos demontanha
russa, túnel do terror.uns lá q pareciam que tu tava pulando de bungy
jump..VIXI! Cansamos.comemos um cachorro quente.alias, de meals nessa trip
matei a pau..MC, CACHORRO QUENTE, SALGADINHO. =[ ahahhaa Aí, Pé na Estrada
dnovo.Fomos pra Surfers.A Glau tava trabalhando, e a gente ia ficar na casa
dela.então qdo chegamos resolvemos passear..SEM GASTAR $ DESSA VEZ.tentei
pelo menos.Mas acabei num studio de tattoo pra fazer um piercing no
nariz.Sempre quis fazer, mas nunca me movia... ai falta do que fazer,
comprando, gastando...mesmo tendo prometido não gastar mais... Não deu
outra... o Estúdio piscou pra mim hehehe Me caguei toda de medo de doer
sabe...mas não doeu mto.E EU NEM GRITEI! Matei de orgulho =] eeeeeeeeeeeeee
Ai saimos de lá e começamos a catar a balada de domingo e fomos.NÓS E O MAPA
E A PULGA..pra FISHOS: uma balada na marina.MTOOO BONITO o lugar e todas as
pessoas da balada, a música tb é legal.tem uma bandinha na rua e dentro toca
pompero ou hip-hop.bem legal. Detalhe...a gente tava dando voltas pela
cidade...e tínhamos que ir pra baladinha..ou seja, tinhamos que nos
arrumar... eeee pulga com 1001 utilidades...Catamos as roupas e nos trocamos
no carro mesmo... Entramos lá pelas 10.essa balada termina por volta de
12.00. Ai no fim da baladinha, fomos pra casa da Glau.demos aquela perdidela
no caminho, mas acontece haihaiahiah ai chegamos, banho, durmimos.
5o e ultimo dia pra mim.era dia de entregar a pulguinha. =[ tão triste..
Fomos pra Surfers, devolver o carro e ai fomos pra
praia.descansar.torrar..Lá pela uma e pco fomos comer.PRIMEIRA REFEIÇÃO
DECENTE. Comemos num restaurante.Ai dpois fui com o Hugo olhar a trip dele,
pq ele vai continuar subindo a costa da Austrália até Cairns. Ai fechou lá o
pacote e a gente foi catar info pra voltar pra casa.pq a casa da Glau é
longe de Surfers.Tinha q pega 2 bus. Moh trampo... Passamos na frente da
loja que alugamos a pulguinha.os 2 catando a parade de ônibus ai a Paty
maionese aqui pensou: será que o cara da loja não deixa agente alugar mais
um dia.pq eu ia embora pela manhã, bem cedo.e não sabia como ia pro
aeroporto... Pq a Glau ia trabalhar e eu não sabia número de táxi pra pedir
pra me buscarem...
A gente ia pra casa tomar banho e ia voltar pra fazer baladinha em
surfers.Ai eu pensei..Ahhh vou tentar.E NÃO É QUE A PULGUINHA VOLTOU PRA NÓS
eeeeeeeeeeeeeeee!!!! Tinha que ver minha cara de troxa.aí tava eu e o Hugo
radiante de tanta felicidade...Pq ia ser a mão da vida pra voltar pra casa
da Glau... Aí demos aquela volta em tudo e fomos pra casa.conversar, banho,
SHOOTERS, uma baladinha no centro de surfers...com temática de
rodeio...muito doido o lugare no verão dizem que bomba..Ai ficamos lá.e essa
noite foi a única que quem quase deu PT foi eu.hehehe SE ABRAÇA! Bebi
dmaisss e dançei atéééeé
Ai.acabou.5 e pouco o Hugo me levou no aeroporto e dpois foi continuar a
trip dele... Eu..voltei pra Sydney =[ direto pro trabalho.Q DOR!!! Foi uma
trip de boas risadas, ótima parceria, e lugares maravilhosos...
DIVERTIDÍSSIMO MEUS DIAS :)

IT FINISHED! =[ QUERO MAISSSSS...."

Olá pessoal da Sem Destino!!

Quando eu tinha 10 anos de idade fui visitar a Disney com os meus pais!!

Em um parque de Orlando, não lembro exatamente qual resolvemos ir em uma das montanhas russa, a escolhida do momento foi uma que as pernas ficavam soltas
do carrinho.

Pois bem, estava eu lá sentado no brinquedo quando ele começou a andar e aquela adrenalina começou a subir. Alguns segundos depois, quando o carrinho da montanha russa termina seu percurso e para, minha mãe me pergunta:
-E ai filhão!Gostou do brinquedo, tá td bem ai?
E eu respondo:
-Acho que não tá td bem não!
Durante o percurso, em uma curva do brinquedo, eu bati meu nariz no equipamento de segurança e ele ficou todo ensanguentado.

Depois disso só lembro os funcionários do parque me levando correndo em uma cadeira de rodas para um pronto socorro do parque dizendo pelo caminho: -Excuse me please!!Excuse me please!!
Fim da história: no final tive uma pequena fratura no nariz, o brinquedo do parque foi interditado, ganhamos ingressos para voltar(10 anos depois os
ingressos continuam guardados) e no dia seguinte eu já estava me divertindo denovo em outro parque da disney.

A história é meio triste, mas é inesquecível!

Grande abraço,
Bruno Elias Lozano.


Em 96 em sitio de amigos, Conheci um cara que tinha um veleiro ancorado em Curacão no Caribe. Era março e começamos a namorar na mesma semana que nos conhecemos. Dois mêses depois já estava eu indo rumo ao Caribe c/ ele. Mais dois mêses preparando o barco, que detalhe não tinha motor, saimos a pura vela rumo a jamaica em plena epóca de furacões. Logo na saída pegamos uma bruta tempestade e desviamos um pouco da rota. Quando parou a tempestade e nos demos conta que estavamos em frente a Repuplica Dominicana, uma baleia bate em nosso barco, a sorte que de raspão, mas o suficiente para tirarmos de 3 em 3 horas uns 5 baldes de água. Bom, uma viagem que era p/ durar 3 ou 4 dias, durou 8 dias; e chegamos na Jamaica em terra firme andando feito bebados. apesar de ter sido um sufoco essa viagem a gente se amarrou muito em fazer. Vivemos 3 anos no mar, entre ancoragens, tempestades, golfinhos e alto mar.

Viagem né, nem importa para onde !
Ésta foi uma.
Fui para Mairiporã, super festa, eu e meu primo com o meu carro, no sítio dele (10 a 14 amigos) 03 litros Red Label, muita cerveja, Churrasco.Cigarros? nem eu nem ele. Infelizmente nos dois fumamos e nada de cigarros.
Na época a mina dele e a minha fumavam muito VÃo buscar) resumindopegamos a charrete demanha, chegamos num Boteco até legalnaestradinha , qual o melhor cigarro que o senhor têm?
Ele respondeu, compramos 03 pacotes.
O Final,todo mundo VOMITOU E A CHARRETE CAPOTOU DE VERDADE, tenho até hoje, Titanium no braço, ficou bonita a cirurgia!!!!

Olá pessoal, estou iniciando minha trip agora em agosto, vou para California, quem tiver umas dicas para eu nao quebrar tanto a cara me envie por email. agradeço a ajuda, abç a todos.

Foi bem estranha e diferente minha história, mas nem por isso deixou de ser fascinante. Estava em Vancouver no Canadá, indo embora pra minha rua, Davie Street, quando vejo um rolão e rolão só tem onde? In Brazil is sure, então, lá fui eu ver o que estava acontecendo e o Vinicius que veio a ser meu amigo me disse: _ Prepara a câmera, porque o JEAN CLAUDE VANDAME, está sentado ali, em um café aqui pertinho, vamos lá com a gente?
_ Claro, eu disse.
E não é, caros leitores que o cara estava lá mesmo, super tranquilo, tomando seu cafezinho e muito gentilmente tirou foto conosco, ele só não deu autógrafo, pois eu não sabia pedir em inglês...rsrsrs
Quanto a brasileirada... ficamos amigos, mas a tempos não nos falamos.

oi sd!
tenho uma história ótima pra contar.
ano passado eu, meu namorado, meus sogros e meu cunhado fomos pro rio assistir o flamengo jogar a final contra o vasco.
nós todos de óculos, máquina digital, relógio, tênis e mochilinha de turista nas costas fomos ao maracanã.
chegamos lá e faltavam 20 minutos para o jogo. De repente começa a vir helicópteros, guardas a cavalo, crianças chorando,e a torcida organizada vindo e derrubando quem estivesse pela frente.Tentamos ficar na fila mas os policiais ajaitavam ela dando cacetadas em quem estava meio fora.
tentamos entrar pelo lado do vasco mas qdo chegamos lá todo mundo pulou encima do táxi querendo escutar o jogo no rádio
enfim, voltamos para o hotel e tivemos q ver o jogo de lá
no outro dia alugamos um carro e nos perdemos pelas favelas para ir a petrópolis.

OLá,fui em uma viagem até o paraguai com um onibus cheio de animal,sem conhecer minguem,comie mt coisa louca,fiquei em lugar mt luco.

Nossa eu tenho várias histórias de viagem...ahahahaha... uma delas foi quando eu tinha uns 13 anos... eu viajei para uma festa de família, pois todo ano a minha família sempre se reune. O ano era 2001 eu acho.. Sei que eu e meus primos éramos pequenos ainda.. e começavamos a descobrir bebidas..hehehe...ô fase...
Meu tio tinha um alambique. E descobrimos um quarto onde ele guardava todas as pingas que ele fazia, uma espécie de estoque. Tinha pinga com mel, pinga com cereja, com chocolate, com td mais que se possa imaginar... Nesse mesmo dia, nós abrimos as garrafas para experimentar de tudo... e tivemos nosso primeiro porre juntos!!! Foi muito legal... Nós, primos, tivemos porre juntos e passamos mal juntos também.. Além de levar uma boa bronca também... E contamos isso e ninguém acredita!!! Isso que foi porre de família.

OLÁ SEM DESTINO:
ESTOU MUITO INTERESSADO NA PROMOÇÃO DA SEM DESTINO, POIS NUNCA VIAJEI PARA O EXTERIOR,NÃO TENHO HISTÓRIAS, MAS GOSTARIA DE GANHAR ESTA PROMOÇÃO E TER A OPORTUNIDADE DE CONHECER NOVAS CULTURAS E NOVOS IDIOMAS.

ABRAÇOS

RENATO RUIZ ALMEIDA

SÃO PAULO - SP

OLÁ SEMDESTINO!

Sou mochileiro a 3 anos, e já passei por cada situação complicada!!! Vou mandar minhas histórias pra ver se ganho essa promoção, e quem sabe conhecer a continente Africano!

Have a nice trip!
Maycon Postai
São Bento do Sul - SC

Olá galera do Sem Destino... A minha história hilaaaaaaria aconteceu em Itacaré/BA... Pra quem conhece bem esse paraíso sabe quem há um mudinho lah, uma figura local bastante conhecida... O cara é muito engraçado, ícone de Itacaré... Certa vez eu estava lah em um bar que tinha karaokê... todos cantando no karaokê e tirando 7,0 ou 8,0... de repente o mudo pede pra cantar (vale ressaltar que ele não eh completamente mudo... ele emite alguns sons, mais especificamente PAIAIA POAAAAAAA)... então... o mudo começou a "cantar": PAIAIAIA POAAAAAA PAIAIA POAAAAAAAAA.. e acreditemmmmm... o mudo tirou 9,0 no karaokê... ganhou de todo mundo que estava no barrrrr!!!!!!! Quem conhece bem Itacaré sabe exatamente quem eh essa figura...
valeu...
he isso ae...
espero divertir vcs com minha história e ganhar essa promoção... nunca saí do Brasil e seria UM SONHOOOOO ir logo para a África do Sul...
Agradecidaaaaaaaa
Daniella

Olha viajei pela Europa, tenho ótimas histórias, vou escrever para concorrer.Gostaria de voltar pois economizei sete anos para fazer aquela viagem.Beijos
Lourdes Lene.Campo Grande_MS.

como faço ara concorrer a está super master promoção

grata
aline

Ola pessoal!

Já escrevi minha história, realmente foi um sufoco minha viagem, mas depois dei altas risadas, espero ganhar essa promoção! VLW

Abraços

Gustavo Costa
Itajubá/MG

olá galerado sem dstino !!!!
tenho ceteza de que vou ganhar essa promoçao poiseutenhouma historia magnifica!!!!!
sóvendo pra acreditar...
bjos romin costa

olá sem destino.
estou muito interresada porque queria ficar estudando em las vegas.
agora queria assim!
ficar láh até me formar,e que eu ficasse estudando e dormindo no colegio!
tem como fazer esse favor/?

Olá Semdestino:

Estou muito interessada nesta promoção da SEMDESTINO, pois tendo viajado bastante inclusive para o Exterior, irei enviar histórias da Austrália e Nova Zelândia para tentar ganhar esta promoção e realizar um sonho que é conhecer a África do Sul....
Abraços
Maria do Carmo
São Paulo-SP

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